terça-feira, 21 de julho de 2009

Nova gripe já matou mais de 700 pessoas pelo mundo, diz OMS

Propagação do vírus continua, diz agência da ONU.Na Argentina, pelo menos 163 pessoas morreram,
Do G1, com agências internacionais
A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira (21) que a nova gripe já provocou mais de 700 mortes ao redor do mundo e que sua propagação, iniciada em abril no México e nos Estados Unidos, continua.
A OMS deixou de divulgar quadros estatísticos com os casos de pessoas infectadas por países devido à propagação em massa da pandemia pelos cinco continentes.

Veja em vídeo dicas de como evitar a contaminação

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Americanas que poderiam estar com a nova gripe deixam quarentena em hotel de Pequim, na China, nesta terça-feira (21). (Foto: AP)
Na última vez que informou os casos confirmados, em 10 de julho, haviam sido registradas 429 mortes e mais de 100 mil casos confirmados laboratorialmente em todo o mundo.

Mas o número de 100 mil infectados "não reflete a situação atual da infecção", esclareceu a porta-voz.

A decisão de parar de divulgar os balanços com o número de infectados foi parcialmente motivada pelos "sintomas moderados" da maioria absoluta dos pacientes, que geralmente sofrem os sintomas da gripe durante uma semana, mas nem precisam de cuidados médicos.

A OMS também explicou que a contagem de casos não é essencial para avaliar os riscos da doença ou para controlar a sua aparição em países ainda não afetados.
De acordo com a OMS, os países com um grande número de casos deixaram de realizar testes de diagnóstico sistemáticos para concentrar seus esforços na contenção da pandemia.

A agência voltou a frisar que cabe aos governos nacionais decidir que medidas tomar, conforme as características da epidemia em cada país.

Argentina
Pelo menos 163 pessoas morreram em decorrência da doença na Argentina, o segundo país do mundo com mais casos de óbitos pela doença, segundo o ministro da Saúde, Juan Manzur. As consultas nos centros de saúde de pacientes com sintomas da gripe "caíram em 30%, mas isto não significa que estejamos bem. Estamos melhor, mas o nível de alerta continua", afirmou Manzur.

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