
A governadora Wilma de Faria descartou a possibilidade de uma candidatura a deputada federal, caso não consiga se viabilizar para o Senado. No projeto para 2010, ela também não cogita renunciar ao Executivo antes de abril, prazo máximo para se desincompatibilizar. A chefe do Executivo estadual garantiu que irá até o último dia de escolha.
e administração. "Evidente que se for candidata, e eu serei candidata em 2010, a população deseja que eu seja candidata, meu partido deseja, e serei a senadora", comentou a governadora, durante entrevista a uma emissora de rádio da capital. Wilma de Faria disse que não pensa em deixar o Governo antes com o objetivo de abrir um espaço maior para Iberê Ferreira. "Não existe isso. Descansar só depois do mandato", frisou.
Wilma de Faria negou que já tenha feito a escolha pela candidatura do vice-governador Iberê Ferreira e enalteceu as lideranças dos deputados federal João Maia (PR) e estadual Robinson Faria (PMN), que também desejam disputar a sucessão. "Robinson Faria tem liderança inconteste no Estado. É uma pessoa importante. Vamos conversar muito com ele. Temos conversado com João Maia, que é outra liderança importante e não podemos subestimar", avaliou.
A governadora analisou que a escolha do candidato não será fácil. "A escolha não é fácil, tem que ver quem tem maior perspectiva de vitória. O critério não é só de quantidade (na pesquisa), mas também de rejeição. Os critérios precisam ser estabelecidos porque temos o vice-governador e o presidente da Assembléia candidatos. Todos têm chance", completou. Ela estipulou como prazo para escolha do candidato o início do ano de 2010, antes mesmo do prazo de desincompatibilização (o mês de abril). A chefe do Executivo estadual ressaltou que não se intimida com a liderança, nas pesquisas para o Governo, da senadora Rosalba Ciarlini. Ela comparou o quadro atual com a do então candidato ao Governo em 2006, Garibaldi Filho, que era apontado como candidato favorito.
"O processo (de 2010) é o mesmo de 2006, ninguém acreditava que Garibaldi não iria ganhar. E ocorreu o contrário. O povo deu sim e a gente ganhou a eleição. Agora esse processo (de 2010) você não sabe o que vai acontecer”. A governadora mostrou cautela ao falar na união da base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela disse que buscará estar com os partidos da base, mas reconheceu que é provável que nem todos estejam no mesmo palanque.
"Temos interesse em unir a base do presidente Lula. Mas não sei se é possível unir todos. Não é obrigada a aliança ser igual ao nível nacional e local", comentou. A governadora confirmou conversas com o PMDB, do deputado federal Henrique Eduardo Alves.
DeFato.

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