
O Rio Grande do Norte já tem pelo menos 7.604 unidades habitacionais garantidas para o programa federal "Minha Casa, Minha Vida", que prevê a construção de 19.224 moradias no estado até 2012. Segundo a Companhia Estadual de Habitação (Cehab), 6.104 unidades já passaram da fase de projeto e agora aguardam licenças ambientais e de construção para serem erguidas em Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Nísia Floresta, São José do Mipibu, Assu e Mossoró. Pelo menos outras 1,5 mil que serão construídas pela prefeitura de Natal já foram contratadas pela Caixa Econômica Federal.
O presidente da Cehab, Damião Pitta, conta que um dos projetos já encaminhados para os órgãos de licenciamento inclui a construção de 704 apartamentos no bairro do Planalto. "O projeto está na Semurb para ser licenciado e já tivemos alguns contatos com o secretário (Kalazans Bezerra), e ele se comprometeu a agilizar para ver se conseguimos contratar esse ano com a Caixa", diz ainda. Umsegundo projeto do governo do estado irá erguer 900 apartamentos no bairro de Passagem de Areia, em Parnamirim, e se encontra no Idema à espera da autorização ambiental. O programa "Minha Casa, Minha Vida" ainda inclui a construção de 500 casas em São Gonçalo do Amarante, que também aguarda a licença do Idema e a aprovação da prefeitura local.
Outros projetos - que estão menos adiantados que estes - incluem 500 casas em Macaíba, 1.000 apartamentos em Parnamirim divididos em dois grupos de 500 unidades, outros três em São José do Mipibu, Nísia Floresta e Assu, de 500 casas cada um, e mais mil casas em Mossoró. Segundo Damião Pitta, a equipe da Caixa Econômica já vistoriou todas as áreas em que essas unidades serão construídas e concordou com os projetos.
Agora o governo do estado trabalha para viabilizar a construção de moradias nas cidades com menos de 50 mil habitantes e apresentou na semana passada ao Ministério das Cidades os planos que tem para mais de 100 municípios do Rio Grande do Norte. "Serão pequenos conjuntos de 30 e 60 casas em mais de 100 cidades do estado. Para aquelas com até 20 mil habitantes, serão grupos de 30 casas. Para as que têm entre 30 mil e 50 mil habitantes, serão conjuntos de 60 moradias", acrescenta Pitta.

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